Medicina Regenerativa: Experiência e inovação no cuidado com a saúde das articulações

Medicina Regenerativa

Por Dr. Rodrigo Albertini

Medicina Regenerativa · Ortopedia

CRM/SP 125.690 · RQE 69.035

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A medicina regenerativa vem conquistando espaço na ortopedia ao investigar e utilizar recursos biológicos capazes de auxiliar no tratamento de determinadas lesões e doenças musculoesqueléticas. Entre essas abordagens está o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), técnica que utiliza componentes do próprio sangue do paciente e representa uma possibilidade complementar de cuidado em situações específicas.

Em São José do Rio Preto, o Dr. Rodrigo Albertini, médico ortopedista, destaca sua experiência com o PRP, acompanhando a evolução científica e tecnológica dessa abordagem.

Como funciona o Plasma Rico em Plaquetas?

O PRP é obtido por meio da coleta de uma amostra de sangue do próprio paciente, posteriormente processada para concentrar as plaquetas. Essas estruturas possuem fatores de crescimento e substâncias envolvidas nos processos naturais de reparação dos tecidos.

Na ortopedia, pesquisas investigam seus efeitos sobre a dor, a inflamação e a função articular. Os resultados, entretanto, variam conforme a condição tratada, a preparação utilizada e as características individuais de cada paciente.

Um avanço importante para a medicina brasileira

Em julho de 2026, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução nº 2.464, regulamentando a utilização do PRP como procedimento médico complementar em quatro situações: osteoartrite do joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo meniscal.

A regulamentação representa um avanço, mas não significa que o procedimento substitua tratamentos convencionais ou garanta regeneração completa dos tecidos. Sua indicação exige diagnóstico preciso, critérios de segurança e avaliação médica individualizada.

Experiência que acompanha a evolução da ciência

Para o Dr. Rodrigo Albertini, a trajetória na ortopedia e a experiência acumulada com o PRP fazem parte de uma atuação voltada à busca por possibilidades terapêuticas fundamentadas no conhecimento médico.

Mais do que acompanhar novas tecnologias, o objetivo é compreender quando cada recurso pode contribuir para o tratamento, respeitando as necessidades, limitações e expectativas de cada paciente.

Afinal, a inovação na medicina ganha verdadeiro significado quando está associada à experiência, à responsabilidade e ao cuidado individualizado.

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