Medicina Regenerativa: Experiência e inovação no cuidado com a saúde das articulações
Medicina Regenerativa
A medicina regenerativa vem conquistando espaço na ortopedia ao investigar e utilizar recursos biológicos capazes de auxiliar no tratamento de determinadas lesões e doenças musculoesqueléticas. Entre essas abordagens está o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), técnica que utiliza componentes do próprio sangue do paciente e representa uma possibilidade complementar de cuidado em situações específicas.
Em São José do Rio Preto, o Dr. Rodrigo Albertini, médico ortopedista, destaca sua experiência com o PRP, acompanhando a evolução científica e tecnológica dessa abordagem.
Como funciona o Plasma Rico em Plaquetas?
O PRP é obtido por meio da coleta de uma amostra de sangue do próprio paciente, posteriormente processada para concentrar as plaquetas. Essas estruturas possuem fatores de crescimento e substâncias envolvidas nos processos naturais de reparação dos tecidos.
Na ortopedia, pesquisas investigam seus efeitos sobre a dor, a inflamação e a função articular. Os resultados, entretanto, variam conforme a condição tratada, a preparação utilizada e as características individuais de cada paciente.
Um avanço importante para a medicina brasileira
Em julho de 2026, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução nº 2.464, regulamentando a utilização do PRP como procedimento médico complementar em quatro situações: osteoartrite do joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo meniscal.
A regulamentação representa um avanço, mas não significa que o procedimento substitua tratamentos convencionais ou garanta regeneração completa dos tecidos. Sua indicação exige diagnóstico preciso, critérios de segurança e avaliação médica individualizada.
Experiência que acompanha a evolução da ciência
Para o Dr. Rodrigo Albertini, a trajetória na ortopedia e a experiência acumulada com o PRP fazem parte de uma atuação voltada à busca por possibilidades terapêuticas fundamentadas no conhecimento médico.
Mais do que acompanhar novas tecnologias, o objetivo é compreender quando cada recurso pode contribuir para o tratamento, respeitando as necessidades, limitações e expectativas de cada paciente.
Afinal, a inovação na medicina ganha verdadeiro significado quando está associada à experiência, à responsabilidade e ao cuidado individualizado.






